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Browsing "Dicas de Manutenção"

Pneus Tem Prazo de Validade

jan 23, 2017   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

Mesmo nunca usado, estepe também tem prazo de validade.

estepe

Quando se compra um carro usado, geralmente um dos pontos mais explorados pelo vendedor para fechar o negócio é o estepe nunca utilizado, especialmente se for original do veículo. No entanto, se o automóvel tiver mais de cinco anos, de nada vai valer esse pneu sobressalente novinho no porta-malas (ou fora dele, dependendo do modelo).

Isso é válido porque o pneu tem vida útil, mesmo que nunca tenha sido usado. Esse prazo de validade em geral é de cinco anos e após isso, o recomendável é descartá-lo. O desgaste por uso não é o único fator que limita a vida de um pneu. Ocorre que a borracha se degrada com o tempo por causa de fatores externos, tais como umidade, luz solar, temperatura e ozônio presente no ar.

Com isso, a estrutura do pneu começa a ficar comprometida por causa de ressecamento, perda de elasticidade, endurecimento e rachaduras eventuais. Dessa forma, verifica-se a perda de adesão entre as lonas e os fios de aço ou kevlar, reduzindo assim a borracha e podendo provocar uma ruptura repentina, colocando em risco a segurança dos ocupantes do veículo e terceiros.

Os fabricantes indicam a idade do pneu através da sigla DOT, presente na lateral do material rodante. Ela é acompanhada de quatro números, sendo que os dois primeiros indicam a semana de produção e os dois últimos o ano. Assim, por exemplo, um pneu com DOT2310 significa que sua fabricação ocorreu na vigésima terceira semana de 2010. A garantia dos fabricantes de pneus é de cinco anos, mas na Europa, por exemplo, as marcas indicam até seis anos de uso.

[Fonte: Quatro Rodas]

Problemas causados pela falta ou excesso de pressão nos pneus

jul 11, 2016   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

Deixar de calibrar os pneus de seu carro na periodicidade correta pode reduzir a vida útil do produto em 45% e aumentar o consumo de combustível do veículo em 4%, de acordo com dados da fabricante Continental.

calibragem

Problemas causados pela falta de pressão

  1. Seu carro fica mais suscetível à aquaplanagem. Os pneus estão diretamente ligados à dinâmica do carro e qualquer variação na pressão, seja ela aumentada ou diminuída, pode alterar o comportamento do veículo. Quando o pneu fica mais murcho, ou seja, quando deixa de ser calibrado, sua área de contato com o solo aumenta e ele empurra a água para frente ao entrar em um piso molhado. Com isso, o acúmulo de água a sua frente fica maior. Esse é o o gatilho para a aquaplanagem.
  2. Seu pneu pode sofrer danos por impacto. Com pressão baixa os pneus ficam mais sensíveis a danos na lateral por impacto, como queda em buraco, choque contra o meio fio, entre outros, o que faz aquela bolha na lateral do pneu. Essa bolha pode estourar e aí, bem, dê adeus a seu pneu.
  3. Seu pneu pode sair da roda. Sim, a má calibragem pode te levar a esse ponto. Chamada de detalonamento, essa situação é uma exceção e exige uma série de fatores para acontecer. Além da pressão baixa dos pneus, o veículo deve estar muito pesado e numa curva bastante fechada, por exemplo.
  4. Seu SUV pode capotar. Os SUVs têm o centro de gravidade mais alto do que veículos baixos, tais como sedãs e hatches, por exemplo. Essa construção com mais peso concentrado na parte superior do veículo torna esse tipo de carro mais propenso a capotamentos, o que pode piorar muito mais se a calibragem não estiver em dia. Em geral, os SUVs tem pneus maiores, com paredes grandes na lateral, como afirma o gerente de assistência técnica da Continental. Com o pneu murcho, as laterais baixam, a área de contato do pneu com o solo aumenta e isso pode fazer com que ele “segure” demais no chão. Nesse caso, o veículo não joga a traseira durante a curva, acaba derivando demais e pode chegar a um capotamento, mesmo com o controle de estabilidade. Como esse tipo de situação varia de acordo com a construção lateral dos pneus, em alguns carros o efeito pode ser o contrário. Alguns pneus podem dobrar na lateral, levantando e diminuindo a área de contato com o asfalto.

Problemas causados pelo excesso de pressão

  1. Sua picape pode perder estabilidade no eixo traseiro. É importante lembrar que todo tipo de carroceria sofre quando há falhas na calibragem, mas a picape fica especialmente instável quando os pneus têm pressão acima do normal. Ao carregar a picape, é preciso aumentar a pressão dos pneus. Mas ao esvaziá-la, a pressão deve ser reduzida ao normal exigido pela montadora. Como o pneu fica rígido, ele tende a quicar mais, trazendo instabilidade ao eixo traseiro por causa desse excesso. Como boa parte das picapes médias conta com tração traseira ou temporária, o destracionamento pode causar perda de controle facilmente.
  2. A performance de frenagem de seu veículo pode piorar. O ombro, ou seja, a lateral do pneu, é responsável por carregar a maior parte da carga do veículo. Quando há excesso de pressão na calibragem, essa lateral levanta demais e a área de contato do pneu com o solo diminui. Sem poder contar com os ombros para o segurar, o carro pode aumentar seu espaço de frenagem. De acordo com o especialista da Continental, não é possível quantificar isso, já que envolve variáveis como peso do carro, dimensão do pneu, sistema de frenagem, entre outros.

Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/

O ETANOL PODE AJUDAR A LIMPAR O MOTOR

mar 10, 2016   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

O ETANOL PODE AJUDAR A LIMPAR O MOTOR PREJUDICADO PELA GASOLINA ADULTERADA?

etanol

De acordo com Henrique Pereira, membro do comitê técnico da SAE Brasil, a afirmação é correta, sim, e pode ser a recomendação de alguns mecânicos ao constatar resquícios de sujeira derivada do uso de combustível batizado no conjunto de peças do motor do automóvel.

Pereira explica que o grande problema da gasolina e do etanol adulterados é que a queima dentro da câmera de combustão não é feita da forma adequada, deixando uma série de resíduos no reservatório e no sistema, que formam depósitos. Com o tempo, toda essa sujeira começa a prejudicar o funcionamento do motor. “Por ser um excelente detergente, o etanol pode ajudar a limpar o sistema, principalmente válvulas e injetores”, diz o especialista, lembrando que a gasolina aditivada possui a mesma função e pode ser aplicada com o mesmo fundamento.

O engenheiro mecânico também explica que mesmo a gasolina comum de procedência confiável costuma deixar uma borra. “A gasolina sempre deixa um detrito no sistema que o etanol consegue limpar.” Por isso, Pereira recomenda aos proprietários de carros bicombustíveis que costumam abastecer sempre com gasolina optar pelo derivado da cana-de-açúcar (ou gasolina aditivada) com alguma frequência.

Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/

 

No verão baterias automotivas sofrem mais danos

fev 15, 2016   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

bateria

O dito popular entre os proprietários de veículos diz que o inverno é a estação em que as baterias tendem a render mais transtornos. Adelmo Leite, coordenador de assistência técnica da Johnson Controls, fabricante das baterias Heliar, desfaz esse mito. “Durante o verão, as baterias sofrem uma maior autodescarga e evaporação de eletrólito, além de desagregação da massa ativa e acentuado processo de corrosão, tornando o período do ano o mais subversivo ao produto“, explica.

Para minimizar os danos à bateria automotiva no verão, orienta-se manter a capa térmica do produto e ficar atendo a revisão do sistema de carga e partida. “É importante ter atenção especial com veículos utilizados com poucos intervalos de parada, como aqueles para fins profissionais. Para esses, o ideal é o uso de baterias específicas, que suportem uma demanda maior de energia”, ressalta Adelmo Leite.

Com relação aos demais cuidados, o coordenador da Johnson Controls lembra que os principais erros no uso da bateria referem-se ao excesso de itens eletrônicos instalados, à utilização desses acessórios com o veículo desligado ou ainda a má fixação das baterias e retirada de capa térmica original de fábrica. Outros mitos, segundo Adelmo, também devem ser desfeitos, como: deixar a bateria no chão não causa descarga; baterias automotivas e estacionárias não são iguais; e visor indicando carga com a cor verde não é garantia de que a bateria está boa.

“A bateria é a principal peça fornecedora de energia para o veículo e, independente de agentes climáticos, a manutenção preventiva ainda é a maior aliada do motorista contra danos ao produto”, alerta Adelmo Leite.

Fonte: http://www.mecanicaonline.com.br/

Os cuidados ao substituir um pneu

nov 30, 2015   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

Saiba em que casos é possível mudar a roda ou usar um pneu de outra medida sem comprometer a segurança.

pneus

Colocar um pneu mais largo para dar mais estabilidade, trocar o aro por um esportivo, aproveitar as rodas de outro carro… Há várias razões que levam alguém a substituir o conjunto original de fábrica. Mas, antes, é preciso tomar cuidados básicos para não colocar sua segurança em risco ou danificar o veículo.

Primeiro é importante entender as medidas envolvidas. No pneu 185/60 R14, o 185 é a largura da banda de rodagem em milímetros, 60 indica a altura do perfil (60% da largura), R diz que é radial, 14 é o diâmetro da roda que ele pode receber, em polegadas. Já no aro 5Jx15, o 5 revela a largura do aro em polegadas, o J é o tipo de perfil do aro (a área do seu encaixe com o pneu) e 15, o diâmetro.

O maior cuidado é tentar manter sempre o diâmetro externo do conjunto (tolerância de 3% para mais ou para menos). “Caso não faça isso, você corre o risco de ter a leitura do velocímetro errada, poderá aumentar demais a altura do automóvel em relação ao chão, causando um desequilíbrio e, no caso de ter pneus maiores, haverá aumento de consumo”, diz Vinícius Sá, gerente de marketing de pneus de passeio da Goodyear.

Assim, ao optar por um pneu mais largo para melhorar a estabilidade, há ainda outras duas restrições. A primeira: o pneu não pode ultrapassar o para-lama, sob risco de raspar na carroceria ou na suspensão.

Segunda restrição: achar o aro correto. Cada medida de pneu pode ser montada numa certa faixa de largura de rodas. Exemplo: um pneu de largura 175 mm (como o 175/70 R13) pode ser montado em aros de 4.5” a 6.0”. Se você optar por um pneu largo ou estreito demais, ele ficará suscetível a desgastes irregulares e problemas de aderência e estabilidade. Outra preocupação é o tipo de perfil do aro, que deve ser sempre mantido.

Em geral as montadoras equipam seus carros com rodas de larguras intermediárias. Assim, a medida original 175 mm pode ser aumentada para 185 mm sem grandes problemas. Dependendo do caso, dá até para colocar modelos 20 mm mais largos que os de fábrica. Mas tudo isso tem de ser validado antes por um especialista.

Há ainda outros cuidados ao substituir o pneu. Um deles, no caso das versões com câmara, é trocar a câmara e o protetor. Também é recomendado substituir a válvula sempre que montar um pneu novo. E se for repor apenas dois pneus (no caso de veículos de passeio), eles devem ser instalados no eixo traseiro, independente da tração.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/

 

Veja os riscos de realizar a lavagem do motor

nov 10, 2015   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

lavar_motor

Lavar o carro está entre os hábitos necessários para a preservação das boas condições da parte externa do veículo. Porém, quando a ação é estendida para a parte interna do carro, todo cuidado é pouco. Segundo informações divulgadas pelo Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), a prática de lavagem do motor não é recomendada. “É como se você, ao tomar banho, quisesse lavar também o seu coração e os pulmões”, diz o informativo oficial divulgado pelo Centro.

O uso de produtos químicos e jatos de água de alta pressão podem danificar o sistema, provocando a dobra das lâminas do radiador, e assim a obstrução do fluxo de ar, pó que prejudicaria diretamente o arrefecimento do motor.

Além disso, os veículos atuais possuem diversos conectores elétricos de sensores e atuadores do sistema de injeção eletrônica, que podem acumular água, provocando o mau contato e a oxidação interna do conector, influenciando em seu funcionamento.

Jamais:

  • Permita que esguichem água nos cabos de vela ou nas bobinas de ignição. Isso pode causar fuga de corrente ao longo do cabo e do conector de vela.
  • Utilize agentes químicos para limpeza, mais conhecidos como limpa-baú. Tais soluções alcalinas podem provocar reações e ressecamento em retentores do motor, mangueiras, correias e borrachas, além de oxidarem metais e conectores.

Solução ideal: 
Caso seja realmente necessário realizar a limpeza, o ideal é usar um pano úmido e, em seguida, um pano seco para remover as sujeiras.

Fonte: http://revista.pensecarros.com.br/

 

Manutenção do Carro em Dia

jul 13, 2015   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

7 peças do seu carro que podem causar um acidente grave!

manutencao

A imprudência, o álcool e a velocidade são grandes causadores de acidentes, porém, a falta de manutenção no veículo pode ser um agravante. Conheça 7 itens do seu carro que merecem atenção especial, mas, muitas vezes, são esquecidos.

FREIO
É fundamental verificar o nível do óleo de freio. Se ele estiver baixo, é um aviso importante de problema. Não complete no posto de combustível (a menos que esteja muito baixo): leve o carro imediatamente ao mecânico.

Além das pastilhas e dos discos, é preciso checar o freio traseiro, muitas vezes esquecido e muito importante em situações de emergência, onde você precisará de toda eficiência do sistema.

PNEU
Todo mundo sabe que pneu careca ou com bolha deve ser substituído. Quem já passou por isso sabe do que estou falando: o estouro de um pneu traseiro provoca no motorista uma sensação de impotência muito grande, principalmente se estiver acima de 50 km/h – você não tem ideia de onde seu carro vai parar. E há ainda o risco da aquaplanagem, que ocorre com frequência com carros com pneus desgastados.

AMORTECEDORES
Estes são importantíssimos na estabilidade do veículo. Os principais problemas estão ligados à falta de ação ou travamento. Nestes casos, a suspensão ficará muito mole ou muito dura, por isso, a cada 10 mil km, é importante verificá-los, quanto a ação, vazamentos e fixação.

CAIXA DE DIREÇÃO HIDRÁULICA
O conforto da maioria dos carros impede que você perceba algumas situações de risco. Se a caixa de direção hidráulica ou alguma de suas mangueiras estiver com vazamento de óleo hidráulico, o volante de seu carro poderá endurecer repentinamente. Ainda assim, ele funcionará. Mas, se você estiver fazendo uma curva em alta velocidade, existe a possibilidade de acabar “visitando” a pista contrária.

CORREIA SERPENTINA
Também conhecida como correia “poly V”, é responsável pelo acionamento do alternador, do compressor do ar-condicionado e, principalmente, da bomba da direção hidráulica. Se esta correia romper, a direção ficará dura, como explicado no item acima. Três anos ou 50 mil km é o que sugere a maioria dos manuais para a troca. Assovios ou rangidos quando se esterça a direção hidráulica devem ser verificados. Além da correia, o problema pode estar em algum dos itens citados.

TERMINAIS DE DIREÇÃO E PIVOS
São tão importantes quanto a caixa de direção e, pior: costumam não dar aviso ao motorista que vão romper. A cada 10 mil km, é necessário fazer alinhamento da suspensão, então, aproveite para verificá-los.

PARAFUSOS DE RODA
Também muito esquecidos, são responsáveis por situações inesperadas. Falta de aperto e fadiga, principalmente em veículos com mais de 10 anos, são motivos para sua roda se desprender do cubo e fazê-lo perder a direção.

 Fonte: http://g1.globo.com/carros/

Dicas de Manutenção para Mulheres

mar 3, 2015   //   by admin   //   Dicas de Manutenção  //  No Comments

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A revisão do carro deixou de ser uma tarefa exclusiva dos homens. As mulheres, cada vez mais independentes e dona do próprio veículo, estão cada dia mais interessadas sobre o funcionamento do carro e sua dinâmica para fugir dos imprevistos.

Veja aqui algumas dicas importantes:

  • Calibre os pneus semanalmente e sempre antes de pegar a estrada. Lembre-se também de checar a calibragem do estepe. A calibragem deve ser feita com os pneus frios. Cada carro tem a sua pressão correta, geralmente esta pressão fica em um adesivo existente na porta do carro ou na tampa de combustível, podendo ainda ser encontrado no manual do carro.
  • Verifique o nível do óleo semanalmente, sempre em um local plano e quando o motor estiver frio. Veja como medir: com o motor frio, retire a vareta do óleo, limpe com um pano sem fiapos e coloque de novo no lugar. Retire novamente a vareta e veja a altura que está o óleo. O nível correto fica entre o mínimo e o máximo. O excesso e a falta de óleo são prejudiciais ao motor. Faça a troca do óleo (inclusive do filtro) sempre conforme recomendado pelo fabricante, verifique o manual de seu carro, pois os períodos de troca variam de acordo com a especificação do óleo indicada.
  • Realize a troca periódica do filtro de ar, ele evita que partículas sólidas presentes no ar, como a poeira, sejam aspiradas pelo motor e causem danos internos.
  • Cheque o nível da água do radiador frequentemente. Complete sempre que necessário. Só complete o nível do reservatório quando o motor estiver frio para evitar danos no mesmo. A água do radiador também deve ser trocada dentro do período indicado no manual do carro ou ainda se a qualidade do líquido estiver ruim, IMPORTANTE: para evitar queimaduras, jamais abra a tampa do reservatório com o motor quente.
  • É recomendável fazer o  alinhamento e o balanceamento a cada 10.000 km. Eles deverão ser feitos também quando houver a troca de pneus.
  • O rodízio prolonga a vida útil dos pneus, é recomendando que seja feito a cada 10.000 km.   O rodízio serve para que todos os pneus sejam gastos de forma homogênea, tanto os dianteiros quanto os traseiros.
  • A suspensão necessita de revisão em todos os seus componentes. Ruídos estranhos, batidas secas no assoalho, direção puxando, balanço excessivo são sinais de que o sistema de suspensão do veículo está com problemas.
  • O recomendado para a troca da correia é a cada 50.000 km, porém é sempre importante verificar o que está no manual do carro, pois este período pode variar de um modelo para outro.
  • Periodicamente as pastilhas, discos, mangueiras e fluidos de freio devem ser verificados.
  • Troque a palhetas do para-brisas ao primeiro sinal de ressecamento, o ideal é serem trocadas a cada 6 meses.
  • Fique atenta as luzes do painel. Não demore em verificar a indicação e levar para resolver o problema.
  • Macaco, triângulo e cintos de segurança devem estar sempre em condições de uso, pois, são itens de emergência e segurança. A não existência destes itens no carro gera multa e pontos na carteira de habilitação.

Procure sempre fazer a manutenção preventiva pois ela custa muito menos que a manutenção corretiva.